segunda-feira, 29 de junho de 2009

ALUNOS INDISCIPLINADOS E PROFESSORES DESMOTIVADOS


Congresso discute crise de valores na educação

I Congresso de Pesquisas em Psicologia e Educação Moral acontece no início de julho em Campinas

"Alunos indisciplinados e professores desmotivados. O cenário, já conhecido para quem trabalha com educação, levanta uma série de questionamentos. Estaríamos vivendo uma crise de ausência dos valores que nortearam a educação em tempos passados ou são os próprios valores que estão em crise? Para discutir essas questões e apresentar perspectivas diferentes para compreender um dos problemas que mais incomodam os educadores, será realizado, nos dias 1, 2 e 3 de julho, em Campinas, o I Congresso de Pesquisas em Psicologia e Educação Moral: crise de valores ou valores em crise?."

Leia em REVISTA EDUCAÇÃO

e em UNICAMP

quinta-feira, 25 de junho de 2009

OS DESAFIOS DA GERAÇÃO "Y" PARA A GESTÃO EDUCACIONAL


"Gestor, uma das perguntas que, se você ainda não se fez, deve fazer o quanto antes é: quem é o meu público? A quem minha instituição está atendendo? Quais são as competências que os docentes precisam desenvolver para atender bem às necessidades dessas pessoas?" (Leia em GESTÃO EDUCACIONAL)

Conhecer a realidade pertinente a atual geração, é fator primordial para que a escola, inclusive a EBD, possa continuar relevante na pós-modernidade.

terça-feira, 23 de junho de 2009

MEC INVESTE EM NOVAS TECNOLOGIAS PARA ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL, BAIXA VISÃO OU CEGUEIRA

Alunos com deficiência visual, baixa visão ou cegueira terão acesso gratuito a qualquer livro ou documento a partir de uma nova tecnologia que transforma texto escrito em áudio. Em parceria com a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o Ministério da Educação desenvolveu uma ferramenta de produção de livro digital falado. Foram investidos R$ 680 mil para criar a tecnologia, que será lançada nesta quarta-feira, 24, às 9h30, no Hotel Nacional, em Brasília, pelo ministro da Educação, Fernando Haddad, e a secretária de educação especial, Cláudia Dutra.


“Essa solução tecnológica foi desenvolvida com base no padrão internacional Daisy”, explica a diretora de políticas de educação especial, Martinha Clarete dos Santos, em referência ao padrão Digital Accessible Information System (Daisy) – para produção e leitura de livros digitais.

Leia no Site do MEC

Um grande avanço para a Educação Especial, digno de ser imitado pela Educação Cristã.

Já é tempo de nossas lideranças deixarem de gastar dinheiro com o que é fútil, para investir nas pessoas, seguindo o exemplo do Mestre dos mestres.

Uma grande dica para as grandes editoras evangélicas seria, de início, a publicação de Lições Bíblicas em aúdio (cd) e braille.

Quem comprará esta ideia?

ESCOLA DOMINICAL INCLUSIVA: COMO IMPLANTAR O PROJETO (1)


A partir de hoje, começarei uma série de postagens com sugestões de como iniciar um projeto de inclusão na Escola Dominical, levando em consideração as diversas dificuldades e barreiras existentes.

Há pelo menos duas situações excludentes na EBD. A primeira diz respeito aos alunos, professores, secretárias ou dirigentes que estão impossibilitados de irem a EBD, pelas mais diversas razões, como por exemplo, os enfermos, já citados no post EXCLUSÃO ESCOLAR DOS ENFERMOS: UMA TRISTE REALIDADE, e a segunda é a que diz respeito aos alunos portadores de necessidades educacionais especiais.

Como a ação focada para o segundo grupo é mais complexa, é interessante começar o processo de inclusão com a criação de classes hospitalares e domiciliares. Os passos iniciais a serem dados serão:

1. Fazer um levantamento na igreja, de quantos irmãos encontram-se hospitalizados ou em casa, vitimados por enfermidades não contagiosas, e que lhes permitam o recebimento periódico de visitas;

2. Agendar uma visita hospitalar ou domiciliar, para saber da possibilidade e interesse do enfermo em semanalmente receber um professor da EBD, em dia e horário marcados, para o ensino e aprendizagem da lição bíblica;

3. Fazer um levantamento dos professores disponíveis para este trabalho, ou convidar novos professores, levando-se em consideração a faixa etária dos enfermos (crianças, adolescentes, jovens, adultos anciãos) e os dias e horários das visitas/aulas;

4. As vistas/aulas semanais deverão ser feitas por no máximo três pessoas (professor e mais duas pessoas);

5. O nome do enfermo (aluno, dirigente, professor ou secretária) deverá constar na caderneta de chamada da EBD, sendo marcada a sua frequência todas as semanas que houver a visita/aula;

6. Uma sugestão metodológica para uma visita/aula domicilar ou hospitalar, seria:

- O canto de um hino;
- A leitura bíblica em classe sugerida pela lição;
- Uma palavra de oração inicial;
- O estudo da lição;
- Uma palavra de oração final;

A visita/aula deverá, dentro da média, ter no máximo 1 hora de duração. No caso de visitas hospitalares, o tempo deverá levar em consideração os horários disponibilizados pelo hospital.

Continua....

quarta-feira, 17 de junho de 2009

AUTISMO: ABORDAGEM NEUROBIOLÓGICA (DICA LITERÁRIA)

Autismo: abordagem neurobiológica é um passo importante rumo à compreensão futura desse espectro do transtorno do desenvolvimento que traz prejuízos muito sérios e mostra-se tão fascinante quanto misterioso. Os autores abordam, sob uma perspectiva inédita, tópicos como: definições e epidemiologia do transtorno, avaliação clínica e diagnóstica diferencial, neurobiologia e aspectos genéticos, neuroanatomia e estudos de neuroimagem, fisiopatologia, condições co-mórbidas e déficit social, bem como questões em aberto e caminhos para pesquisas futuras.

Sumário

Capítulo 1. Onde Estamos: Visão Geral e Definições

Capítulo 2. Epidemiologia dos Transtornos do Espectro Autista

Capítulo 3. Déficit Social no Autismo

Capítulo 4. Linguagem e Comunicação: Avaliação Clínica e Diagnóstico Diferencial

Capítulo 5. Estereotipias e Comportamentos Repetitivos: Avaliação Clínica e Base Cerebral

Capítulo 6. Neurobiologia do Autismo

Capítulo 7. Aspectos Genéticos do Autismo

Capítulo 8. Neuroanatomia e Estudos de Neuroimagem

Capítulo 9. Neuroimunologia e Neurotransmissores no Autismo

Capítulo 10. Eletrofisiologia e Epilepsia no Autismo

Capítulo 11. Autismo, Epilepsia e Atividade Epileptiforme no EEG

Capítulo 12. Sono e Transtornos do Espectro Autista

Capítulo 13. Responsividade Sensório-perceptiva Atípica

Capítulo 14. Déficits Motores no Autismo

Capítulo 15. Fisiopatologia do Autismo: Avaliação do Sono e da Locomoção

Capítulo 16. Avaliação Neuropsicológica: Conceitos Básicos e Utilidade Clínica

Capítulo 17. Abordagens Terapêuticas para os Transtornos do Espectro Autista

Capítulo 18. Evolução de Crianças com Autismo

Capítulo 19. O que já Aprendemos, Onde Precisamos Chegar

FONTE: CLICKBOOKS

segunda-feira, 15 de junho de 2009

DEIXE VIR A MIM TODAS AS CRIANÇAS: DICA LITERÁRIA


Deixe vir a Mim Todas as Crianças

Malesa Breeding, Dana Hood & Jerry Whitworth

Como ensinar a palavra de Deus para crianças especiais? Elas também têm o direito de conhecer os ensinamentos de Deus e uma vida espiritual a ser desenvolvida. A obra contém casos verídicos, contando histórias de determinadas experiências da autora e como ela agiu em todas essas situações. Nele podemos encontrar várias ilustrações explicando a maneira mais eficaz para o aprendizado destas crianças. Indicado para ajudar professores de escola dominical que querem dar aulas para crianças autistas, com deficiência física, problemas de atenção entre outras dificuldades.

Formato:21,5 x 28cm / 144 págs
Acabamento: Brochura
ISBN 978-85-263-0940-1

VENDAS: CPAD

sábado, 13 de junho de 2009

EXCLUSÃO ESCOLAR DOS ENFERMOS: UMA TRISTE REALIDADE


Milhares de irmãos em Cristo, alunos e professores da Escola Dominical, foram e estão excluídos da caderneta de chamada, e consequentemente da própria Escola Dominical, por estarem enfermos, hospitalizados ou em casa, em tratamento, se recuperando, ou impossibilitados de retornarem à sala de aula. E o que fazemos? Nada ou muito pouco. Adoecer, significa para a grande maioria, dar adeus ao estudo semanal da lição bíblica, perder o contato com o dirigente, com o professor e os companheiros de sala de aula.

Sabia que você pode ser a própria vítima desse sistema excludente?

Escola Dominical Inclusiva é um projeto que pode mudar este quadro.

Faça um levantamento em sua igreja de quantos irmãos estão na condição acima descrita, faça uma análise ou procure saber sobre o quadro de saúde dos mesmos (no caso de doenças infecciosas deve haver cuidados especiais, ou aguardar a melhora do quadro). Agende uma visita, e crie classes domiciliares ou hospitalares, que semanalmente funcionarão, levando o ensino da lição bíblica.

As classes podem ser formadas por dois ou três visitantes (incluindo o professor), que no dia e horário marcados funcionarão.

O nome do enfermo deve constar na caderneta de chamada, e sua frequência registrada na medida em que as visitas/aulas acontecerem. A proposta abrange todas as faixas etárias.

Vamos juntos mudar este quadro, em nome de Jesus!

Para informações e orientações práticas, estamos a vossa disposição.

Paz do Senhor!

quarta-feira, 10 de junho de 2009

DICA LITERÁRIA

Educação Especial: Do Querer ao Fazer

De Maria Luisa Sprovieri Ribeiro e Roseli Cecília Rocha de Carvalho Baumel
(Organizadoras)

Adriano Monteiro de Castro
Armindo J. Rodrigues
Kátia R. M. Caiado
Laura Ceretta Moreira
Maria Elisa Caputo Ferreira
Maria Luisa Sprovieri Ribeiro
Maria Odete Emygdio da Silva
Roseli Cecília Rocha de Carvalho Baumel

Esta obra visa trazer ao público algumas questões presentes nas discussões atuais sobre a Educação Especial, tendo como eixo norteador a inclusão do aluno com necessidades educativas especiais no contexto da Educação Escolar.

Destina-se a professores especializados bem como aos que atuam na Educação Básica e se interessam pelas perspectivas pedagógicas oferecidas pela inclusão do aluno no cotidiano das salas de aula e da escola como um todo.

Espera-se contribuir para reflexões além dos temas abordados, por parte dos professores e equipes pedagógicas, pontuando especificidades ligadas ao trabalho escolar desenvolvido com e para pessoas com necessidades educativas especiais. Para tanto, consideram-se a diversidade e a heterogeneidade como desafios às práticas atuais e o convívio com a singularidade dos alunos como oportunidade de enriquecimento da formação profissional das equipes envolvidas.

Sumário

Apresentação

Capítulo I – Contextos de Aprendizagem e Integração/Inclusão de Alunos
com Necessidades Educativas Especiais
Armindo J. Rodrigues
I.1 Educação e Diversidade
I.2 A Organização e Gestão dos Contextos de Aprendizagem
I.2.1 A organização e gestão da classe
I.2.2 A condução do processo ensino-aprendizagem
I.3 Contextos de Aprendizagem e Necessidades Educativas Especiais
Referências Bibliográficas

Capítulo II – Formação de Professores: Algumas Reflexões 27 Roseli Cecília Rocha de Carvalho Baumel
II.1 Bases Conceituais
II.2 Perspectivas de Ordem Prática
II.3 Possíveis Articulações
Referências Bibliográficas

Capítulo III – Perspectivas da Escola Inclusiva: Algumas Reflexões
Maria Luisa Sprovieri Ribeiro
III.1 Introdução
III.2 Fundamentos e Breve Histórico
III.3 O Momento Atual
III.4 O Século XXI – A Escola que se Projeta
Referências Bibliográficas

Capítulo IV – A Análise de Necessidades na Formação Contínua de
Professores: Um Contributo para a Integração e Inclusão dos Alunos
com Necessidades Educativas Especiais no Ensino Regular
Maria Odete Emygdio da Silva
IV.1 Introdução
IV.2 Enquadramento Metodológico
IV.3 Necessidades de Formação: Que Propostas?
IV.4 Considerações Finais
Referências Bibliográficas

Capítulo V – O Trabalho Pedagógico no Ambiente Hospitalar:
Um Espaço em Construção
Kátia R. M. Caiado
V.1 A Classe Hospitalar no Brasil
V.2 Sobre o Alunado das Classes Hospitalares
V.3 Conversando com Professoras da Classe Hospitalar
V.4 Refletindo sobre a Formação do Professor da Classe Hospitalar
Referências Bibliográficas

Capítulo VI – A Universidade e o Aluno com Necessidades Educativas
Especiais: Reflexões e Proposições
Laura Ceretta Moreira
VI.1 Buscando Caminhos
Referências Bibliográficas

Capítulo VII – Materiais e Recursos de Ensino para Deficientes Visuais
Roseli Cecília Rocha de Carvalho Baumel e Adriano Monteiro de Castro
VII.1 Introdução
VII.2 Dimensões Conceituais – O Significado dos Materiais
na Educação Especial
VII.3 Possíveis Categorizações de Materiais e Recursos
VII.4 Direções na Realidade da Educação Escolar
Referências Bibliográficas

Capítulo VIII – As Tecnologias de Informação e Comunicação como Recurso
à Acessibilidade de Pessoas com Necessidades Educativas Especiais
Maria Luisa Sprovieri Ribeiro e Roseli Cecília Rocha de Carvalho Baumel
Referências Bibliográficas

Capítulo IX – Aspectos de Intervenção na Área da Educação Física Escolar
e a Política Inclusiva
Maria Elisa Caputo Ferreira
IX.1 Educação e Educação Física Escolar
IX.2 A Política Inclusiva
IX.3 Considerações Finais
Referências Bibliográficas

Anexo 1 – Parecer CNE/CEB no 17, de 3 de julho de 2001
Anexo 2 – Resolução CNE/CEB no 2, de 11 de setembro de 2001

FONTE: AVERCAMP

AD EM ABREU E LIMA -PE LANÇA PROJETO "ESCOLA DOMINICAL INCLUSIVA"

TEMPLO DA AD EM ABREU E LIMA-PE

Foi lançado nesta manhã, sob um clima de bastante entusiasmo e mover do Espírito, na Escola Dominical do Templo Central da Assembléia de Deus em Abreu e Lima-PE, o projeto Escola Dominical Inclusiva.

O projeto tem como objetivo principal alcançar os que estão, pelas mais diversas circunstâncias e condições, "excluídos" da Escola Dominical.

Do Templo Central, o projeto Escola Dominical Inclusiva se estenderá para todas congregações.

Creio que este projeto, nascido no coração de Deus, alcançará todos os estados do Brasil, todas igrejas e escolas dominicais, na medida que perceberem a necessidade de alcançar os excluídos, e de cumprirem integralmente a sua missão.

Saiba mais sobre o projeto nos links abaixo:

EBD DA AD EM ABREU E LIMA-PE IMPLANTARÁ PLANO DE INCLUSÃO ESCOLAR

INCLUSÃO: OPORTUNIDADE PARA TODOS NA ESCOLA DOMINICAL

BLOG ESCOLA DOMINICAL INCLUSIVA

quinta-feira, 4 de junho de 2009

DICA LITERÁRIA

"Reunindo uma rica gama de instrumentos psicopedagógicos e propondo uma metodologia consagrada pela reflexão e prática de profissionais experientes e atualizados, Avaliação psicopedagógica é fonte de estudo e consulta obrigatória para estudantes em formação e profissionais preocupados com sua qualificação constante junto a crianças, adolescentes e adultos com necessidades educacionais especiais."

Primeira parte

1. A avaliação psicopedagógica
2. A demanda de avaliação psicopedagógica
3. Técnicas e instrumentos de avaliação psicopedagógica
4. A entrevista com os pais, os professores e os alunos
5. Avaliação psicopedagógica dos alunos e trabalho em rede
6. Avaliações psicopedagógicas por demanda administrativa - elaboração de pareceres e informes

Segunda parte

7. A avaliação psicopedagógica dos alunos com um ambiente social desfavorecido
8. A avaliação psicopedagógica dos alunos que apresentam dificuldades de comunicação e linguagem
9. A avaliação psicopedagógica dos alunos estrangeiros recém-incorporados ao sistema educacional
10. A avaliação psicopedagógica dos alunos escolarizados com perda auditiva na modalidade oral
11. A avaliação psicopedagógica dos alunos com déficit de visual
12. A avaliação psicopedagógica dos alunos com deficiência motora
13. A avaliação psicopedagógica dos alunos com problemas e transtornos emocionais e de conduta
14. A avaliação psicopedagógica dos alunos com dificuldades na aprendizagem da língua escrita
15. A avaliação da matemática
16. Aproximação da avaliação das altas habilidades e dos talentos
17. A avaliação dos alunos com deficiência mental

Fonte: clickbooks.com.br

PALESTRA ON LINE SOBRE TDAH

quarta-feira, 3 de junho de 2009

INCLUSÃO: OPORTUNIDADE PARA TODOS NA ESCOLA DOMINICAL


Infelizmente é um fato. As nossas Escola Dominicais, em sua grande maioria, não se preocupam com aqueles que estão privados de a frequentar temporariamente ou definitivamente, nem também, com os portadores de necessidades educacionais especiais.

Escola Dominical Inclusiva, é um projeto que o Senhor colocou em meu coração, e tem como objetivo principal promover uma tomada de consciência, seguida de um plano de ação e da concretização deste plano, que resulte no atendimento e inclusão de todas as pessoas que desejam, mas encontram-se impedidas de frequentar a Escola Dominical, ou que não a frequentam por falta de uma estrutura, espaço físico adequado, professores e equipe especializada, práticas de ensino apropriadas e outros fatores semelhantes.

A idéia é que a Escola Dominical vá até aos excluídos, ou ofereça as condições necessárias para recebê-los.

No rol dos excluídos da Escola Dominical encontram-se, dentre outros:

- Os enfermos;
- Os detentos;
- As pessoa em período de recuperação de cirurgias, gravidez ou outros tratamentos;
- As pessoas que trabalham ou estudam no horário da Escola Dominical convencional;
- As pessoas com deficiência física, intelectual, visual, auditiva, múltiplas;
- As pessoas com transtornos de comportamento;
- As pessoas com dificuldades de aprendizagem;

É possível uma Escola Dominical que tem dificuldades em promover um ensino de qualidade, preocupar-se e fazer algo em favor de uma inclusão plena? Minha resposta é sim!

Nada justifica o atual descaso dos que fazem a Escola Dominical (e a igreja) com a vida e com a condição daqueles por quem também o Senhor Jesus morreu, e que dentro de suas potencialidades e possibilidades, podem também crescer na graça e no conhecimento, e contribuir e servir de várias maneiras como membros do corpo de Cristo.

Liderança da igreja, membros, congregados e famílias, todos devem se envolver e contribuir da melhor maneira possível.

Se Deus quiser, em breve será publicado um livro de minha autoria sobre o tema "Inclusão e Educação Especial na Escola Dominical". Até lá, e mesmo depois de sua publicação, estarei através deste blog abordando o tema, e dando sugestões e orientações para líderes de igrejas, líderes e professores de Escolas Dominical, pais e responsáveis etc.

Gostaria também, de pedir para que os irmãos compartilhem conosco as experiências já vivenciadas nesta área. Teremos o máximo prazer de aqui publicá-las e socializá-las.

Quero pedir as vossas contribuições com artigos científicos e demais textos sobre a assunto, dentro de uma perspectiva teórica e prática.

Para envio de informações, pedidos de sugestões, contribuições com artigos e textos sobre Inclusão e Educação Especial na Escola Dominical, convites para ministrações em eventos e etc., favor entrar em contado conforme abaixo:

Fone: (81) 9232 0617
e-mail: altair.germano@gmail.com

Conto com as vossas orações e colaborações!

terça-feira, 2 de junho de 2009

PROGRAMA DE ATUALIZAÇÃO EM TDAH: PALESTRAS ON LINE


ACESSE O LINK ABAIXO:

ATENÇÃO PROFESSOR

VIII CONGRESSO BRASILEIRO DE PSICOPEDAGOGIA


A ABPp - Associação Brasileira de Psicopedagogia - promove nos dias 9, 10 e 11 de julho, em São Paulo, a 8ª edição do Congresso Brasileiro de Psicopedagogia, evento mais importante ligado à área do País. O tema deste ano será "Psicopedagogia, entre a Ciência e a Experiência. Diagnóstico, Intervenção e Produção Científica". O evento traz mesas redondas, conferências, cursos e oficinas e se propõe a reunir pesquisadores, educadores e profissionais da saúde, tendo como objetivo o aprimoramento acadêmico e científico.

Inscritos no congresso também poderão apresentar trabalhos científicos nas modalidades: comunicações científicas, revisão bibliográfica, relato e experiências e pôster.

Serviço:

VIII Congresso Brasileiro de Psicopedagogia

Data: 9 a 11 de julho de 2009

Local: Unip - Campos Paraíso, R. Vergueiro, 1211 - SP

Realização: ABpp _ Associação Brasileira de Psicopedagogia

Informações: (11) 3589-5560

Site: www.abppcongresso2009.com.br/

Fonte: REVISTA EDUCAÇÃO

EBD DA AD EM ABREU E LIMA-PE IMPLANTARÁ PLANO DE INCLUSÃO ESCOLAR


A Superintendência da Escola Bíblica Dominical da Assembléia de Deus em Abreu e Lima-PE, implantará no 2º semestre de 2009 um Plano de Inclusão Escolar.
O objetivo do Plano é promover a inclusão escolar de todos que se encontram impedidos de frequentar regularmente a Escola Dominical. Nesta condição encontram-se os presos, enfermos, portadores de necessidades educacionais especiais, pessoas com deficiências (física, intelectual, auditiva, visual e múltiplas), pessoas com distúrbios da aprendizagem etc.

As ações envolverão os seguintes passos:

1.Levantar dados e informações das pessoas excluídas da Escola Dominical;
2.Criar e manter classes em presídios;
3.Criar e manter classes domiciliares;
4.Criar e manter classes hospitalares;
5.Criar e manter classes em abrigos de idosos;
6.Levantar dados e informações de membros da igreja psicólogos, pedagogos, psicopedagogos, especialistas em Educação Especial, intérpretes das linguagens e códigos etc.;
7.Realizar palestras para tomada de consciência e envolvimento de dirigentes, professores, pais e alunos da Escola Dominical;
8.Capacitar dirigentes e professores;
9.Envolver parceiros;
10.Organizar equipes de apoio local;
11.Criar uma Secretaria Geral de apoio (subordinada à Superintendência Geral);
12.Adequar a estrutura física, pedagógica e didática da Escola Dominical para receber os excluídos, principalmente os portadores de necessidades educacionais especiais

Infelizmente, a maioria das Escola Dominicais só atendem (e algumas precariamente) os alunos tidos por "normais", e para aqueles que não estão impedidos pelas mais diversas razões de frequentá-la.

É preciso lembrar que o nosso Deus é inclusivo:

- Ele deseja que todos o sigam (Mt 11.28)
- Ele deseja que todos cheguem à unidade da fé (Ef 4.13)
- Ele deseja que todos sejam salvos e que todos cheguem ao pleno conhecimento da verdade (2 Tm 2.3-4);
- Ele deseja que todos cresçam na graça e no conhecimento do Senhor Jesus (2 Pe 3.18);

Inclusão não se trata apenas de colocar quem está fora na escola, mas, implica numa mudança de perspectiva e ações que possibilitem o desenvolvimento (inclusive de alunos com necessidades educacionais especiais) das potencialidades cognitivas, sociais, culturais e espirituais dos alunos, respeitando suas diferenças e atendendo às suas necessidades.

A Superintendência Geral da Escola Dominical da AD em Abreu e Lima-PE é responsável pela gestão administrativa e pedagógica de cerca de 400 escolas, 3.900 professores e 40.000 alunos.

OBS: SOLICITO QUE TODAS AS IRMÃS E IRMÃOS (MEMBROS DA AD EM ABREU E LIMA-PE) FORMADOS EM PSICOLOGIA E PEDAGOGIA, PÓS-GRADUADOS EM PSICOPEDAGOGIA E EDUCAÇÃO ESPECIAL, OU ESPECIALISTAS EM BRAILLER E LIBRAS, INTERESSADOS NESTE PROJETO, QUE ENTRE EM CONTATO COM A SUPERINTENDÊNCIA DA EBD, ATRAVÉS DO FONE (81) 92320617 OU PELO E-MAIL altair.germano@gmail.com