terça-feira, 27 de outubro de 2009
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
DICA LITERÁRIA: INCLUSÃO SOCIAL
Reflita sobre esta diferença e compreenda quais as imitações e possibilidades de atuação para com as crianças que tenham necessidades especiais: visual, auditiva, física ou intelectual.
Lembre-se: antes de serem especiais, elas são apenas crianças.
Sumário:
A deficiência
Trajetória através de séculos e as leis
Pessoas com deficiência
Inclusão X Integração
Deficiência visual
As causas mais frequentes
Fatores de risco
Identificação
Na escola
Cuidados cotidianos ao trabalhador com deficiência visual
Braile
Braile no Brasil
A escrita braile
Alfabeto braile
Máquina de escrever em braile
Soroban
Baixa visão
Estatísticas
Tabela de Snellen
Tabela de Optotipos
Campo visual
Possíveis materiais pedagógicos adaptados
Alfabeto X alfabeto braile
Números e quantidades
Pesos e medidas
Mapas Relógio
Venda para treinamento
Caderno para braile
Guia de escrita
Brinquedos e brincadeiras
Acessórios da vida diária
Materiais específicos para baixa visão
Estante de leitura
Paralelos e meridianos
Deficiência auditiva
Causas frequentes
Fatores de risco
Identificação e diagnóstico
Dados estatísticos
História da educação do surdo
Na escola
Possibilidades de comunicação
LIBRAS
Alfabeto datilógico
Aparelho de amplificação sonora
Materiais pedagógicos adaptados
Acessórios utilizados na vida diária
Deficiência física
Dados estatísticos
Alguns fatores de risco
Atitudes cotidianas no convívio da pessoa com deficiência física
Na escola
Adaptações pedagógicas
Pranchas de comunicação
Deficiência intelectual
Fatores de risco
Dados estatísticos
Identificação
Características das crianças com deficiência intelectual
História da deficiência intelectual
Na escola
Atitudes funcionais para o cotidiano de crianças com deficiência intelectual
Mais informações em Clickbooks
domingo, 18 de outubro de 2009
ESCOLA DOMINICAL INCLUSIVA: APOSTILA (1)
A ESCOLA DOMINICAL COMO ESPAÇO INCLUSIVO
A Educação Inclusiva é um movimento mundial dos novos tempos, tendo como fundamentos os princípios dos direitos humanos e da cidadania. Na educação inclusiva busca-se eliminar qualquer tipo de discriminação ou exclusão, garantindo desta forma o direito de igualdade de oportunidade. A ação é focada principalmente para aqueles que estão mais propícios à exclusão.
Todos na igreja local precisam ter o seu acesso à Escola Dominical garantidos. A Escola Dominical deve ser um espaço de todos e para todos.
Se fizermos uma pesquisa entre aqueles que não estão matriculados atualmente na Escola Dominical, constataremos que muitos desejariam frequentá-la, mas estão impossibilitados ou com grandes dificuldades para tal.
Entre os excluídos da Escola Dominical podemos citar os portadores de necessidades especiais, os enfermos, os que temporariamente estão com dificuldade de locomoção física, os que trabalham no mesmo horário das aulas, os que não têm condições de pagar uma passagem, os que passam privações materiais e vivem em extrema pobreza, os portadores de dificuldade de aprendizagem, os psicologicamente inaptos, etc.
E os enfermos? Temos evangelismos em hospitais, grupos de visitas aos enfermos, mas carecemos de pessoas preparadas e disponíveis para levar o ensino da Lição Bíblica até aos mesmos. O aluno da Escola Dominical quando adoece, geralmente fica esquecido por seus pares e excluído do processo ensino-aprendizagem.
Não é diferente com os presos. O que a Escola Dominical faz pelos detentos? Há classes organizadas nos presídios? Quantas? Há quem pense e se disponha a suprir as necessidades educacionais dos mesmos?
É interessante e necessária a criação de classes inclusivas nos hospitais, nos lares, nos presídios, em orfanatos, nas creches, nos abrigos de idosos, nas empresas etc. Em todas as situações o registro de freqüência ou atendimento ao aluno dever ser feito pelo professor e encaminhado à secretaria da Escola Dominical.
Quantas vezes em sua escola há reuniões para se saber quem não está vindo, ou não é matriculado, e por que não se matricula ou deixou de vir à escola?
A inclusão envolve também as condições de estrutura física da escola. Rampas, assentos, corrimões, banheiros devidamente adaptados fazem parte da estrutura mínima de uma escola inclusiva.
Para cada situação e caso, é necessária uma ação inclusiva. O Evangelho de Jesus é inclusivo (Mt 11.28).
Não basta convidar as pessoas para serem alunos da Escola Dominical, é prioritário dar a elas as condições necessárias para que tenham o acesso garantido e nela se mantenham.
A Escola Dominical nos novos tempos precisa perceber os excluídos como gente que foi salva por Jesus, que também precisam do acesso a uma educação cristã de qualidade, que lhes proporcione o crescimento na graça e no conhecimento do Senhor Jesus (2 Pe 3.18).
Como promover uma tomada de consciência, que transforme a vontade de mudar em ação concreta?
Todos que fazem a Escola Dominical devem participar na busca de alternativas e soluções para os excluídos. De imediato se faz necessário buscar a informação de quantos se encontram impossibilitados de frequentar a Escola Dominical. Em seguida devem-se saber as razões da impossibilidade. Com base nas informações obtidas, mediantes reuniões e discussões buscam-se as alternativas e soluções para cada caso. Ninguém deverá ser discriminado ou colocado em segundo plano por cor, raça ou condição social. Uma vez incluídos, não devem ser tratados como “coitadinhos”, mas como “iguais”, pois é assim que o Senhor os trata (Rm 2.11; Tg 2.9).
Vale lembrar, que esta ação inclusiva precisa de gestores e professores qualificados para receberem estes novos alunos. Através de formação acadêmica, cursos, simpósios, conferências, seminários, leituras e outras atividades, os professores poderão se tornar aptos para este desafio prazeroso. O despreparo de dirigentes e professores é um dos grandes obstáculos para a educação inclusiva, pois gera uma idéia e conduta inadequada do educador para com o aluno que não está de acordo com “os padrões normais da escola”.
A posição da família no processo de inclusão escolar é também fundamental. Quando esta interfere, dificultando a inclusão por desconhecer as potencialidades da criança/aluno, acaba cooperando com a exclusão escolar. Já se sabe que o nascimento de um filho com deficiência provoca vários problemas emocionais e impasses às relações familiares, seguidos dos mais diversos sentimentos (frustração, culpas, negação do problema etc.). Trabalhar a família, ganhando-a como colaboradora no processo inclusivo é essencial para o sucesso do processo de inclusão.
A Escola Dominical existe em função do aluno. É nela que ele se apropria de conhecimentos, desenvolve habilidades, adquire competências e aperfeiçoa o caráter.
No caso da educação inclusiva, a escola precisa adaptar-se ao aluno, e não o aluno à escola.
O ensino numa classe inclusiva deve ter como características:
- Integrar saberes;
- Promover a autonomia do aluno na aquisição do conhecimento;
- Valorizar a realidade e os saberes prévios dos alunos;
- Pensar na aprendizagem em termos de possibilidades e não de dificuldades;
- Incentivar os debates, a pesquisas e o diálogo
- Elaborar atividades educativas de com cooperação e não de competição;
- Saber respeitar o ritmo do aluno;
- Considerar as diferenças de estilos de aprendizagem;
- Tratar a todos como iguais, sem preconceito algum;
DICA LITERÁRIA: PSICOPEDAGOGIA CLÍNICA

Uma obra indispensável para que os psicopedagogos tenham uma visão geral dos aspectos clínicos da psicopedagogia.
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
II CONGRESSO MUITO ESPECIAL DE TECNOLOGIA ASSISTIVA E INCLUSÃO SOCIAL DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE PERNAMBUCO

- Prosseguir na disseminação do conceito de acessibilidade e inclusão da pessoa com deficiência
- Estimular a pesquisa e desenvolvimento da Tecnologia Assistiva no Brasil;
- Contribuir para atualizar o conhecimento técnico dos profissionais da área;
- Difundir experiências inovadoras, como um instrumento facilitador no processo de inclusão social e profissional das pessoas com deficiência.
CURSO DE EXTENSÃO: TÉCNICAS E TESTES DE AVALIAÇÃO NEUROPSICOLÓGICA E PSICODIAGNÓSTICO
Objetivo
Promover a capacitação teórica – prática
Público Alvo
Especialistas ou estudantes em Neuropsicologia, Psicólogos e Psicopedagogos.
Carga Horária
06 (Seis) encontros – Sábados das 8:00 hs às 12:00 hs.
1º Encontro: 31 de outubro de 2009;
2º Encontro: 21 de novembro de 2009;
3º Encontro: 05 de dezembro de 2009;
4º Encontro: 31 de Janeiro de 2010;
5º Encontro: 27 de fevereiro de 2010;
6º Encontro: 27 de março de 2010.
Valor do Curso
Matrícula: R$ 80,00 (oitenta reais) – Apostila Inclusa.
Mensalidades: R$ 100,00 (cem reais) por encontro*
*Pagamento com Cheques Pré-Datados nas datas Relacionadas abaixo:
| Data | Valor (Cheques) |
| 20/10/2009 | 180,00 (Cento e Oitenta Reais) – Matrícula + Mensalidade. |
| 20/11/2009 | 100,00 (Cem Reais) |
| 20/12/2009 | 100,00 (Cem Reais) |
| 20/01/2010 | 100,00 (Cem Reais) |
| 20/02/2010 | 100,00 (Cem Reais) |
| 20/03/2010 | 100,00 (Cem Reais) |
Local
Av. Santos Dummont, 1084 – Rosarinho (Espaço TESER)
Fone: 81 3241.4882 (Próx. Colégio Fazer Crescer).
Inscrições
Por gentileza, realizar o preenchimento da Ficha de Inscrição e Termo de Compromisso anexa ao e-mail e depósito identificado no valor de R$ 180,00 (cento e oitenta reais), referente à Matrícula e Mensalidade, conforme cronograma acima.
Obs.: O Recibo da 1ª Parcela será entregue no 1º Encontro mediante a apresentação do comprovante de depósito. VAGAS LIMITADAS.
Dados para Depósito:
Banco do Brasil
Conta: 11.150-3 – Agência: 3108-9 - Var: 01
Nome: Fernanda Magalhães.
Gestão do Curso e Corpo Docente
Fernanda Magalhães
Pedagoga – Coordenadora Geral do Curso de Extensão: Técnicas e Testes de Avaliação Neuropsicológica & Psicodiagnóstico.
Especialista
Neidja Silva
Psicóloga Clinica – Professora do Curso de Extensão: Técnicas e Testes de Avaliação Neuropsicológica & Psicodiagnostico.
Especialista
Psicóloga integrante da Equipe da AACD - PE, sócia do S.E.R. (Serviço Especializado em Reabilitação).
Informações
Fernanda Magalhães – 81 9998.8632 / 3325.4798;
Rodrigo Queiroz – 81 9609.3827;
E-mail: ser.reabilitacao@gmail.com
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O SÍMBOLO DA PSICOPEDAGOGIA

É com imensa satisfação que apresentamos o Símbolo da Psicopedagogia eleito por maioria de votos no VIII Congresso Brasileiro de Psicopedagogia realizado em São Paulo de 9 a 11 de julho de 2009.
A Diretoria Executiva da ABPp, por quase uma década tem se mobilizado de diferentes formas para que fosse criado e adotado um símbolo que representasse a atividade profissional do Psicopedagogo. A idéia foi encampada pelo Conselho Nacional da ABPp que, após vários estudos e sugestões trazidas pelas Seções e Núcleos se propôs a fazer um trabalho reflexivo com o grupo de conselheiras, para que as idéias pudessem ser gestadas a partir dos conceitos que norteiam a identidade da Psicopedagogia, a fim de que a escolha pudesse ser a que melhor se adaptasse aos objetivos propostos.
Assim, ao se definir e conceber o símbolo da profissão, buscamos produzir uma síntese das consciências particulares, estabelecendo, conseqüentemente, através daquela concepção a consciência coletiva do segmento profissional.
Inspirado nos valores éticos inerentes à nossa profissão e nos princípios e significados da simbologia, o símbolo deveria traduzir toda a grandeza da Psicopedagogia. Nossa proposta para sua criação tinha como objetivo estabelecer o vínculo com nossa história e, resgatar seu real significado que, hoje mais do que nunca, permanece através da legitimidade que a sociedade lhe atribui.
Como resultado de todo este processo, a proposta de se partir da simbologia da Fita de Möbius foi aprovada.
Por que Fita de Möbius?
Em 1858, o matemático e astrônomo alemão Auguste Ferdinand Möbius ao pesquisar o desenvolvimento de uma Teoria dos Poliedros, descobriu uma curiosa superfície que ficou conhecida com seu nome, a Fita de Möbius. É uma fita simples que tem duas superfícies distintas (uma interna e outra externa) limitadas por duas margens. Trata-se de uma superfície de duas dimensões com um lado apenas. Assim, se caminharmos continuamente ao longo da fita, atravessamos ora uma, ora outra dimensão.
O que encanta nesta fita é a sua extraordinária simplicidade aliada a um resultado complexo – transformando o finito em infinito.
Estas idéias foram passadas para dois design-gráficos que apresentaram algumas propostas, as quais foram apresentadas para no VIII Congresso Brasileiro de Psicopedagogia para que os congressistas votassem.
O significado do Símbolo eleito foi descrito da seguinte forma:
Fita de Moebüs com 3 voltas. Representa o olhar do Psicopedagogo. As voltas estão dispostas de forma a representar a aprendizagem do indivíduo. O círculo central representa o indivíduo em processo para a aquisição de conhecimento, chegando ao fim com mudanças perceptíveis (círculo vermelho).
Esse símbolo foi assim representado com o propósito de caracterizar nossa área de atuação, representando o Psicopedagogo com suas características próprias.
Esperamos que nosso Símbolo seja amplamente divulgado!
Um forte abraço
Quézia Bombonatto
Presidente Nacional da ABPp
Fonte: Associação Brasileira de Psicopedagogia
