O PROCESSO DE TRANSIÇÃO PARA A EDUCAÇÃO INCLUSIVA NA ESCOLA DOMINICAL
A mudança numa organização não ocorre de maneira automática. Não é um fato pontual, é um processo. A passagem de um estado para outro diferente, a transição de uma situação para outra, implica na tomada das seguintes ações:
- Uma análise crítica pessoal e grupal da condição atual, seguida de discussão;
- Uma abertura para a apresentação de propostas alternativas para a mudança do quadro atual;
- Um planejamento das ações que cooperarão para a transição;
- Uma visão clara do que se deseja alcançar;
- Uma ação estratégica mobilizadora, que promova uma tomada de consciência e envolva ministros, presbíteros, diáconos, professores, líderes de órgãos e departamentos da igreja, cooperadores, pais, profissionais da comunicação e da mídia evangélica, organizações culturais (editoras) e formadores de opinião em geral, na disseminação da idéia da necessidade e dos benefícios da educação inclusiva.
A Escola Dominical não pode fugir deste desafio dos novos tempos. A não possibilidade de acesso e permanência a todos, é uma maneira cruel e não cristã de exclusão escolar. Para realizar as transformações necessárias à prática inclusiva, as questões aqui expostas precisam ser pensadas de forma reflexiva, pessoal e coletiva. Dirigentes, coordenadores, secretárias, professores, pais, responsáveis e alunos, precisam se perceber como agentes implantadores e criadores de uma Escola Dominical inclusiva.
A Escola Dominical como espaço inclusivo, deve ter como objeto principal o sucesso e o crescimento integral de todos os seus alunos, sem nenhuma exceção. Tal compromisso e ação são inadiáveis.
Continua...